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Olhar para trás é olhar para frente

“Muita gente acha o passado desinteressante. Não é atual. Não é novo. Adoro a ideia do futuro, mas o futuro ainda não está aqui.
Se você quiser tomar boas decisões sobre o que ainda virá, olhe para trás”
Nathan Myhrvold, ex-superintendente
de tecnologia da Microsoft

Qual será a grande novidade?
Será um creme de marca famosa, com propriedades revolucionárias e com ingredientes exóticas?
Será uma tecnologia nunca antes imaginada e com resultado garantido?
Será um protocolo anti-aging de algum doutor famoso?
Ou será que já vimos tudo isso, repetidas e repetidas vezes, num eterno museu de “grandes novidades”!!!

Esse método exige que a pessoa tenha informações precisas e úteis e os recursos mentais para pensar racionalmente. Mas nem sempre essas condições existem na vida cotidiana. Por quê? Por duas razões. Primeiro, ninguém tem uma visão do mundo a partir de um “olho divino” – uma perspectiva onisciente e livre de propensões. Veja o caso daquela compra de um carro. Para começar, não conheço todos os fatos sobre os prós e os contras do veículo, e ouvi algumas histórias negativas sobre vendedores de automóveis e suas táticas.

Ademais, minha visão do carro é limitada; aquilo que conheço sobre ele provém basicamente de anunciantes, que são motivados a exagerar suas características positivas, e daquilo que li na internet. Tenho pouca experiência com o carro em si – um test drive de dez minutos em vez de dirigi-lo por longos períodos em condições climáticas adversas.

Se uma coisa tão comum quanto a compra de um veículo pode estar repleta de informações enganosas (ou omitidas), imagine a dificuldade das pessoas para tomar decisões mais relevantes, como casar ou não (ou se separar!) ou o tipo de emprego que devem escolher. Segundo, mesmo quando há dados disponíveis e confiáveis, simplesmente não tenho tempo para fazer uma análise plena de todos os problemas com que me defronto.

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